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Coocacer defende baixo carbono como oportunidade de transformação para o agronegócio brasileiro

Coocacer participou do 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes e destacou a importância de transformar sustentabilidade em escala, competitividade e valor compartilhado.



Eliane Cristina, diretora executiva da Coocacer, fala ao microfone em palco do 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, sentada entre mesas com sacos e garrafas.
Diretora Executiva da COOCACER, Eliane Cristina, participa do 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes

A transição para uma agricultura de baixo carbono não deve ser encarada apenas como uma exigência do mercado, mas como uma oportunidade para o agronegócio brasileiro avançar em competitividade, inovação e geração de valor. Esse foi o posicionamento defendido pela Coocacer, por meio da Diretora Executiva, Eliane Cristina, painelista do Painel 3, durante o 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes (CBFer), promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA).


Realizado em São Paulo, o congresso reuniu representantes da indústria, pesquisadores, especialistas, executivos e lideranças do agronegócio para discutir os caminhos para uma agricultura mais eficiente e preparada para os desafios do futuro. Entre os debates, o painel “Do Potencial à Escala: reindustrializar para crescer; descarbonizar para liderar” colocou em discussão a necessidade de transformar o potencial brasileiro em iniciativas capazes de ganhar escala e gerar novas oportunidades para toda a cadeia produtiva.


Para Eliane, o Brasil reúne condições para liderar esse processo. “O agro brasileiro não deve enxergar a agenda de baixo carbono apenas como uma exigência que está chegando. Precisamos enxergá-la como uma oportunidade que está se abrindo. Temos produtores, ciência, tecnologia e uma capacidade agrícola reconhecida mundialmente”, afirmou.


Na avaliação da Coocacer, o desafio agora é conectar esses diferentes ativos e transformá-los em resultados concretos para todos os elos da cadeia. “Agora precisamos transformar tudo isso em escala e, principalmente, em valor compartilhado. Valor para o produtor, valor para a cadeia, valor para o consumidor e valor para o Brasil”, destacou Eliane Cristina.


Dois palestrantes em palco no 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes; Eliane Cristina, diretora executiva da Coocacer, fala ao microfone, ele ouve com papéis.
Eliane Cristina (COOCACER) e Guilherme Schmitz (Yara Brasil)  em destaque no painel do congresso.

A partir do campo, essa cadeia envolve pesquisa, tecnologia, insumos, indústria, cooperativas, logística, comercialização e consumidores. Por isso, o avanço da agenda de descarbonização precisa estar associado a benefícios concretos para quem produz e ao fortalecimento da atividade rural.


Nesse cenário, a sustentabilidade deixa de ser apenas uma questão ambiental e passa a integrar uma estratégia mais ampla de desenvolvimento e competitividade. A adoção de práticas sustentáveis, o uso de tecnologias, a rastreabilidade e o aumento da eficiência podem abrir novas oportunidades de mercado para o produtor brasileiro e fortalecer a posição do país como fornecedor de alimentos produzidos de forma responsável. “Se conseguirmos fazer isso, não estaremos apenas descarbonizando a agricultura. Estaremos construindo uma agricultura brasileira ainda mais competitiva para as próximas gerações”, destacou Eliane.


Painel no 13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes; quatro debatedores sentados, Eliane fala ao microfone, fundo verde com logos.
Felipe Pecci (Presidente da MOSAIC), Fabricio Soler (Sócio da S2F Partners), Eliane Cristina (Diretora Executiva da COOCACER) e Guilherme Schmitz (vice-presidente de Marketing e Agronomia da Yara Brasil)

O Quarteto Fantástico do Agro


A visão defendida pela Coocacer parte da combinação de quatro pilares que Eliane define como o “quarteto fantástico do agro”, que são eles: Produtividade, Qualidade, Rastreabilidade e Sustentabilidade. A produtividade garante eficiência e capacidade de produção. A qualidade amplia o valor dos produtos brasileiros. A rastreabilidade aumenta a transparência e a confiança ao longo da cadeia. Já a sustentabilidade responde às novas demandas ambientais e de mercado. Quando esses quatro elementos avançam de forma integrada, o agronegócio brasileiro amplia sua capacidade de competir, conquistar mercados e gerar valor. “É essa visão que a Coocacer leva para o debate sobre o futuro do agronegócio: um agro mais produtivo, qualificado, rastreável e sustentável, no qual a transição para uma economia de baixo carbono seja também uma oportunidade de crescimento para quem produz e para toda a cadeia”, afirmou a diretora executiva da cooperativa.

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